terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Piolhex no Planeta Capitis - Sala C e 5

Piolhex era um piolho pequenino, com as seis patas mais velozes do Planeta Capitis. 

Curioso e destemido, achava que era o melhor e o mais esperto de todos os piolhos! 


Um dos seus sonhos era conhecer um planeta diferente, e ele sabia que, para tal, bastava agarrar-se a um cachecol, a um chapéu mas… 


No âmbito da educação para a saúde, pretendemos com esta história de Manuela Mota Ribeiro, ensinar de uma forma divertida aos nossos meninos várias ações para prevenir a famosa pediculose e a importância da aplicação de um pediculicida para evitar as visitas do manhoso Piolhex, contribuindo assim para prevenir uma das parasitoses que mais afetam as crianças em idades pré-escolar e escolar.


Jogos - Salas 3, 4 e UAEEAM


No Polivalente, os nossos meninos nem se apercebiam do frio que estava lá fora.
Com jogos de movimento, mobilidade e a atividade corporal  e... muita alegria à mistura.

Confeção de Mousse - Salas 3, 4 e UAEEAM

Desta vez, os mini chefes foram à Sala da UAEEAM para a confeção de uma deliciosa sobremesa.

Tiveram que apurar os cinco sentidos mas... valeu a pena!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Confeção de Manteiga - UAEEAM e Sala 5


Os meninos da Sala 5 foram convidados para ir à Sala da Unidade.
Ouvir, ver, cheirar e... provar!
Estava uma delícia!

Do lixo se faz música



“A construção de instrumentos é fácil, acessível e não exige conhecimentos musicais.

Podem ser percutidos, agitados, tocados com intensidades e andamentos diferentes e

servir para acompanhar danças, canções, teatro…



Esta atividade é de grande valor pedagógico, dado que, entre outros fatores, e por

mais tosco e rudimentar que seja, um instrumento feito pelo aluno tem um significado

especial e permite uma relação afetiva com a música que dificilmente se consegue com

um outro que se compra e que até terá melhor sonoridade. Muitos destes instrumentos

que se encontram nas lojas, são dispendiosos tornando-se difícil a sua aquisição.

Construindo, a partir de variados objectos do dia-a-dia (apelando à criatividade, à

observação do que nos rodeia, e à reutilização, cada vez mais importante nos nossos

dias), instrumentos tão diversos no som, na forma, na cor, os jovens poderão tocar nas

aulas, ter o seu próprio “conjunto” e acompanhar canções, brincadeiras e até sonorizar

trabalhos.

Deste modo aprenderão a interagir e a trabalhar em grupo, a saber ouvir de “outra forma”

e a intervir quando solicitados, desenvolvendo, ao mesmo tempo, o ouvido musical e o

sentido rítmico. E, numa altura em que a imagem “fala mais alto” do que o som, há a

necessidade de tentar despertar o jovem para o mundo sonoro em que vive, motivando-o

para a exploração e imitação de sons tão distintos, como o murmúrio das ondas ou das

folhas das árvores, ou o simples cantar de um pássaro, valorizando e respeitando, ao

mesmo tempo, o silêncio.

E o planeta agradece…”



                                                                                                             Paulo Coelho de Castro




Tivemos muito prazer de participar neste workshop.

                                                                                                                       Salas 3 e 4