sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Visita dos Alunos da Universidade Sénior de Gondomar



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Para celebrar o "Dia do Idoso", recebemos os nossos convidados cheios de energia e boa disposição.
A dança e a atividade física coordenada pelo Prof. Eduardo Jamal e Prof. João Teles e Prof. Jorge Cruz, juntou grupos geracionais  com muita vontade de conviver e partilhar momentos dinâmicos, divertidos e descontraídos, que só foram possíveis com a colaboração da Universidade Sénior de Gondomar e União de Freguesias de Gondomar (S. Cosme), Valbom e Jovim.







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Quem sou eu?

Trabalhos realizados a partir da leitura da obra "Versos de Cacaracá" de António Manuel Couto Viana:

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Nos textos realizados aparecem também palavras inventadas pelos alunos, por exemplo "semandro" e "espantante".

Agenda Cultural de Gondomar



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Sugestão de leitura

O Afonso é um menino diferente e muito especial, pois consegue fazer coisas que os outros meninos não conseguem.

As árvores, as flores, as nuvens e até os cães... são diferentes uns dos outros, tal como o Afonso é diferente de todos os meninos.

O Afonso foi o primeiro da aula a aprender a ler, com uma rapidez nunca vista, o único a descobrir coisas impossíveis de encontrar... até um tesouro capaz de transformar a sua escola na mais bonita do mundo! Mas, para o Afonso, brincar no computador, lavar a cabeça ou fazer festinhas ao seu cão pode ser um verdadeiro problema...

Porque será o Afonso um menino diferente?





Quem sou eu?

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Os alunos do 4º ano C fizeram a leitura do poema "Quem sou eu?" de António Manuel Viana e, posteriormente realizaram os seguintes trabalhos:

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Biografia de António Manuel Couto Viana

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António Manuel Couto Viana, filho de pai português e mãe espanhola, nasceu em 1923 na cidade de Viana do Castelo. 

Cresceu numa família muito ligada às artes e às letras.
Quando era criança, construía teatros e personagens de papel com as duas irmãs. Adorava ler e cedo se iniciou a escrever poemas e peças de teatro. 

Aos 23 anos foi para Lisboa e pôde relacionar-se com todos os autores e artistas que aí viviam. Foi poeta, contista, ensaísta, ator, dramaturgo, encenador e figurinista.


Tem mais de uma centena de livros publicados. 

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Autor de Versos de Cacaracá, abre a porta a um mundo cheio de cor e de vida, onde encontra miúdos divertidos e animais extrovertidos, barcos a velejar e fardas da cor do mar, peixinhos pouco simpáticos e pescadores sorumbáticos, burros motorizados e ratinhos assustados, pinceladas de Sol e golpes de anzol, insetos que tocam rabecão e um cação resmungão, animais que formam casais e muitas, muitas coisas mais. Histórias contadas em verso com a mestria das palavras de António Manuel Couto Viana e a alegria das imagens de Vasco Gargalo.

Faleceu em Lisboa, a 8 de Junho de 2010.

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sábado, 1 de outubro de 2016

A minha avó é a melhor do mundo de Maria João Lopo de Carvalho


Wook.pt - A Minha Avó é a Melhor do Mundo


A avó do Gil é a mais linda de todas avós. 
Seria a avó perfeita se não fosse tão mandona, se gostasse de jogar futebol e de fazer partidas. 

É preciso mudá-la. 

Mas, para mudar a avó, o Gil vai precisar de usar um feitiço muito arriscado. 
Será que consegue ter uma avó mais brincalhona? 

E se o feitiço se vira contra o feiticeiro e é o Gil que se transforma no rapaz mais ajuizado e responsável da turma?

Dia da Música na Escola dos Sonhos


No âmbito das comemorações do Dia da Música, assistimos à apresentação de um teatro musical na biblioteca da nossa escola.
Os alunos participaram de forma divertida interagindo com os músicos.





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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Outubro - Mês Internacional das Bibliotecas Escolares



MIBE 2016

Este é o tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE).

Para 2016, o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 24 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal.

A biblioteca escolar faz parte do nosso mundo e se olharmos para ela com atenção, se percebermos o seu funcionamento, se a descodificarmos, seremos capazes de ter ideias que ajudem a torná-la (ainda) melhor.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

JUTTA BAUER

Jutta Bauer recebeu a Medalha Hans Christian Andersen pelo seu trabalho na ilustração.
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Nasceu em 1955, estudou design em Hamburgo onde vive e trabalha como ilustradora até aos dias de hoje.

É uma das mais prestigiadas ilustradoras na Alemanha e no mundo e tem merecido ao longo dos anos várias distinções e prémios.

Foi premiada pela IBBY em 1994; recebeu o German Youth Literature Prize, prémio de Literatura Alemã para a juventude em 2001; entre outras distinções.

Em 2010 recebe o Prémio Hans Christian Andersen, o “pequeno” Prémio Nobel da Literatura.


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Selma de Jutta Bauer

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Sugestão de leitura

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Alice, ou Ali-Saura, como se apresenta às pessoas pela predileção que tem por dinossauros, descobre no primeiro dia de escola que nem todos partilham o fascínio dela por esses animais. É essa a premissa deste livro sobre aceitar e celebrar a diferença.

Por estes dias muitas crianças entram na escola pela primeira vez. 
Este livro é para elas. 

A protagonista chama-se Alice, mas a sua paixão por dinossauros leva a que se apresente como “Ali-saura”. A pequena espera, no seu primeiro dia de aulas, que todos os miúdos sejam iguais a ela: adoradores de dinossauros. Nada disso. Ficou triste: “A Ali-saura encontrou um lugar numa mesa sem ninguém. Pôs-se a pensar nos dinossauros de peluche que tinha deixado em casa. Só queria estar a almoçar com eles.” Quando as outras crianças foram revelando os seus gostos e diferenças, a menina percebeu que podia ser aceite e aceitá-las também. Ficou a saber que umas gostam de princesas, outros de naves espaciais, leões, dragões, piratas e até de lancheiras. Ainda assim, não deixou de levá-los a emitir sons estranhos durante a refeição: “— Ruáaa! É assim que os dinossauros comem!” No recreio, foi a vez de Ali-saura “correr com um leão”, “voar com um dragão” e “subir numa nave espacial”. 

Uma história sobre a diferença e a aceitação. No final do primeiro dia de escola, cada um levou um livro para casa. E a menina descobriu que podia imaginar-se (e ser) muitas coisas para além daquilo que era. É também para isso que a escola serve.